REGULAMENTOS FEBRAPS 2006

Presidente: Afrânio Antônio Delgado


Diretoria Técnica Disciplinar..................................Pg.03
Departamentos e seus Coordenadores...................Pg.04
Considerações Iniciais...........................................Pg.06
Bicudo................................................................. Pg.11


Novo Estatuto Reg 04/04/2006 – Esta nova nomenclatura atende o novo Estatuto.

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01 - Diretor Técnico Disciplinar (Titular)
José Vilmar Fernandes Martines – São Paulo – SP

02 - Diretor Técnico Disciplinar (substituto imediato)
Olívio Nishiura – São Paulo - SP

03 – Diretor Técnico Disciplinar (Secretário)
Marco Antonio Guimarães – Araçatuba - SP

04 – Diretor Técnico Disciplinar
Alexandre José Borges – SP

05 – Diretor Técnico Disciplinar
Paulo Roberto Milian – SJR. Preto – SP

06 – Diretor Técnico Disciplinar
Nelson Yud – Araçatuba – SP

07 – Diretor Técnico Disciplinar
Pedro Ulema de Souza – São Paulo - SP

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DEPARTAMENTOS E SEUS COORDENADORES:


a) Departamento de Canto de Curió
Primeiro Coordenador - Antonio Pereira da Silva – Botucatu – SP
Segundo Coordenador – Sergio Venâncio Luis – Osasco - SP

b) Departamento de Fibra de Curió
Primeiro Coordenador – Paulo Sergio Gonçalves de Souza – Ibiporã - PR
Segundo Coordenador – Valdir Antonio Zuttin – Araras - SP

c) Departamento de Canto de Bicudo
Primeiro Coordenador - Paulo Roberto Milian – S.J.R. Preto - SP.
Segundo Coordenador - José Vilmar F. Martines – São Paulo – SP

d) Departamento de Fibra de Bicudo
Primeiro Coordenador – Edvaldo Francisco Pires – Bauru - SP
Segundo Coordenador – Fabiano Macir Bazan – Pontal - SP

e) Departamento de Canto de Canário da Terra
Primeiro Coordenador – José Roberto Siqueira – Campinas - SP
Segundo Coordenador – José Carlos Plachi – Campinas – SP
Terceiro Coordenador – Ivan Souza Neto – Campinas - SP
Quarto Coordenador – Luciano Tozzi Nogueira – SP

f) Departamento de Fibra de Canário da Terra
Primeiro Coordenador – Antonio Reinaldo Lopes – São Paulo - SP
Segundo Coordenador – Ivo Rodrigues de Freitas Junior - SP

g) Departamento de Canto de Coleirinha
Primeiro Coordenador – Daniel Dantas Pinto – Campinas - SP
Segundo Coordenador – Alexandre José Borges – Campinas - SP

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h) Departamento de Fibra de Coleirinha
Primeiro Coordenador – Vanderlei Armbrust – Santa Bárbara - SP
Segundo Coordenador – Edson Teixeira de Souza – Campinas - SP
Terceiro Coordenador – Dalto Aparecido Costa – Campinas - SP

i) Departamento de Canto de Trinca Ferro
Primeiro Coordenador – Antonio Leal – Várzea Paulista-SP
Segundo Coordenador – Nelson Baldan – Jundiaí-SP

j) Departamento de Fibra de Trinca Ferro
Primeiro Coordenador – Pedro Ulema – São Paulo-SP
Segundo Coordenador – Danilo Teixeira – Jacareí – SP
Terceiro Coordenador – José Carlos Gomes de Oliveira – São Paulo - SP
Quarto Coordenador – Marcelo Tamburo Amaral – Jacareí - SP

k) Departamento de Canto de Pintassilgo
Primeiro Coordenador – João Paulo Z. Ferreira – São Paulo-SP
Segundo Coordenador – Cláudio José Medeiros – São Paulo-SP
Terceiro Coordenador – Edison Amorim de Castro – Valinhos - SP

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l) Departamento de Canto de Sabiá
Primeiro Coordenador – Paulo Pereira Miranda – Ourinhos - SP

m) Departamento de Canto e Fibra de Azulão
Primeiro Coordenador –
Segundo Coordenador –

n) Departamento de Canto e Fibra de Tico Tico
Primeiro Coordenador –
Segundo Coordenador –

o) Departamento de Canto e Fibra de outros pássaros silvestres.
Primeiro Coordenador – Paulo Fernando de S. Flecha – São Paulo - SP
Segundo Coordenador – Durval de Moraes Salles – Piracicaba – SP

Obs: Esta diretoria é provisória e cumprirá mandato até a próxima eleição.

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CONSIDERAÇÕES INICIAIS


1 - DA FINALIDADE
1.1 - O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas e a rotina dos Torneios de Canto de Bicudo, Curió, CACOTRI, Pintassilgo, Sabiá, Fibra de Bicudo, Curió, CACOTRI e outros pássaros silvestres.

1.2 - As normas e as rotinas deste Regulamento serão aplicadas a todos os torneios e minis patrocinados pelas Filiadas e ou FEBRAPS.

1.3 - Os Torneios deverão acontecer em recinto fechado para atender a IN do Ibama que trata deste assunto e não sendo possível, em local protegido do sol, vento ou qualquer intempérie que possa virem prejudicar qualquer pássaro.

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2 – Inscrição - Horário
2.1 - A inscrição será feita mediante a apresentação da documentação atualizada dos pássaros atendendo a legislação em vigor, carteirinha/cartão magnético;

2.2 - A inscrição deverá ser feita de preferência na véspera do Torneio, na recepção, conforme horário previamente estabelecido e acordado entre o Presidente da entidade promotora e a Diretoria Técnica Disciplinar (Titular) da Febraps, todavia ele poderá se estender até cinco minutos antes do início da prova; como também o Clube promotor deverá disponibilizar um telefone para que as mesmas sejam feitas com antecipação.

2.3 – As inscrições feitas antecipadamente, por telefone ou na recepção, somente serão validadas no domingo de manhã até as 8,00hs, com
pagamento, apresentação da documentação do pássaro e cartão magnético ou carteirinha da Federação;

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3 - Pássaros que participam

3.1 - Só poderão concorrer pássaros com anéis fechados e que não apresentem sinais de violação, ou bitola diferente das compatíveis com o tarso da ave, conforme exigências do IBAMA;

3.2 – Pássaros Híbridos não participam dos torneios.

4 – Horário do Torneio
Os Torneios de Fibra e Canto terão inicio às 08h00min.
Na Fibra os pássaros deverão estar na estaca as 08h00min e o local de realização das provas de fibra deverá estar aberto aos expositores a partir das 06h00min;

5 - Pássaro de Outrem
O expositor que apresentar pássaro que não seja de sua propriedade, sem que haja autorização por escrito e cujo dono não seja sócio quites de alguma sociedade, além das exigências do IBAMA, será penalizado e o pássaro eliminado. O documento a ser apresentado é a licença de transporte do IBAMA em nome do apresentador, além da relação oficial de passeriforme do proprietário, bem como a carteira ou cartão magnético;

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6 - RESPONSABILIDADE DA FILIADA PATROCINADORA DO TORNEIO

6.1 – Divulgação:
6.1.1 – Local do Torneio facilitando o acesso com placas, mapas etc.etc.;
6.1.2 – Local da Recepção;
6.1.3 – Hotéis com Preços e Opções;
6.1.4 - Dentro do grupo Febraps (internet);
6.1.5 – Telefone para pré-inscrição.

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6.2 – Organização:
6.2.1 – Estaca com gancho chato para gaiola não mexer, firme, cor neutra e sem decoração;
6.2.2 – Corda ou fita de proteção circundando a estaca, juízes ou a roda;
6.2.3 – Proibir a circulação de gaiolas sem capa no recinto;
6.2.4 – Indicação com antecedência dos Diretores de Canto e Fibra local;
6.2.5 – Providenciar as mesas, estacas, pastas, cronômetros, canetas, no local da competição;
6.2.6 – Confirmar com antecedência Juízes, Mesários e Juízes Auxiliares para todas as modalidades;
6.2.7 – Providenciar para que toda entrega de troféu e diploma seja feita no pé da estaca pelos juízes e mesários;

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6.3 – Segurança:
6.3.1 – Policia Militar e olheiros dentro do Recinto;
6.3.2 – Estacionamento sombreado e olheiros.

6.4 – Apoio:
6.4.1 – Lanche para os juízes no horário entre 10,00 e 10,30h;
6.4.2 – Fazer cumprir horário de inicio 8,00;
6.4.3 – Placas internas no recinto indicando localização das estacas;
6.4.4 – Pagamentos (reembolsos) das despesas dos juízes sejam providenciados.

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6.5 – Técnica
6.5.1 – Envio dos resultados de imediato para publicação no site Febraps;
6.5.2 – Envio do número de pássaros inscritos divididos por categoria;
6.5.3 – Exigência da documentação legal no momento da inscrição, Carteirinha ou Cartão Magnético da Federação.

Obs.: A Filiada promotora do torneio deverá estar regularizada com o Alvará de Realização do Torneio e com todos os órgãos que controlam a natureza do evento.

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7 - JUÍZES

7.1. Credenciamento
Somente os Coordenadores de cada Departamento poderão solicitar ao Diretor Técnico Disciplinar (Titular) emissão de Carteirinha para Juiz e Chefe de Roda.

7.1.1 – Os Juizes serão indicados pelo Coordenador de Departamento de cada categoria com aprovação da Diretoria Técnica Disciplinar da Federação para os torneios da série “A”.

7.2 – Para série “B” o Presidente de cada filiada deve se valer dos juizes regionais que foram indicados pelos Clubes para fazer os cursos e treinamentos para juízes.
7.3 – Caberá ao Diretor Técnico fazer a publicação dos juízes para a temporada, numa única correspondência para evitar desencontros.

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7.3 – São incumbências dos Juízes:
Alem de conhecer o canto, regulamento e julgar o juiz terá as seguintes incumbências:
7.3.1 – Manter os expositores fora da corda de isolamento;
7.3.2 – Anunciar o resultado em voz alta ao término de cada modalidade;
7.3.3 – Fazer vistoria na gaiola para verificar água, alimentação, placa de identificação atendendo assim IN do Ibama;
7.3.4 – Coibir as manifestações (discursos) durante a apresentação dos pássaros;
7.3.5 – Fará a conferência da ficha de inscrição e somente aceitar se todos os dados forem legíveis e corretos;
7.3.6 – Todo esclarecimento deverá ser feito individualmente e deverá recorrer ao mapa para auxilio se for necessário, mesmo no caso de desclassificação.
7.3.7 - * Fazer a entrega da premiação no pé da estaca.
7.3.8 – Conferir o mapa se a classificação, notas, tempos ou cantadas estão legíveis.

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8 - PONTUAÇÃO
8.1 – A pontuação está unificada para todas as categorias de Canto, conforme segue:

Primeiro lugar – 10 pontos
Segundo lugar – 8 pontos
Terceiros lugar – 6 pontos
Quarto lugar – 4 pontos
Quinto lugar – 2 pontos

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8.2 – A pontuação está unificada para todas as categorias de Fibra, conforme segue:
Os 30 primeiros colocados em cada torneio, pontuarão em ordem inversa, ou seja, o primeiro colocado pontuará 30 pontos e o 30º colocado pontuará 1 ponto.
9 – DA PREMIAÇÃO NO TORNEIO

9.1 – Os vencedores de Canto, em todas as categorias serão premiados da seguinte maneira:
Primeiro lugar troféu e diploma;
Segundo ao quinto diploma.

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9.2 – Aos vencedores de Fibra, em todas as categorias serão premiados da seguinte maneira:

Primeiro lugar troféu e diploma;
Segundo ao décimo quinto diploma.

9.3 – * A entrega deverá ser feita no pé da estaca pelo juiz e mesário.

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10 – DA PREMIAÇÃO FINAL

10.1 – As homologações dos campeões e vices serão feitas pelo Coordenador de cada Departamento juntamente com a Diretoria Técnica Disciplinar da Febraps.


10.2 – Somente serão homologados pássaros que participarem de metade mais um de todas as etapas realizadas dentro da sua categoria.
10.3 - Todas filiadas foram comunicadas por carta qual será a premiação final por categoria.

Sendo que para o canto somente o primeiro e segundo lugar serão premiados

(Obs.: neste item o Curió fará uma premiação separada).
Para Fibra, a premiação será até o décimo lugar, conforme carta enviada às filiadas.

10.4 – Troféu de Campeão e Vice-Campeão serão entregues a todas as categorias de Canto e Fibra, tanto da Série A como B.

10.5 – Azulão Tico-Tico e Sabiá.
(estas categorias serão somente torneios incentivos, portanto não se enquadram nos itens 10.1 e 10.4).

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11 – No caso de empate na competição
Se houver empate na competição os critérios para desempate serão os seguintes:
Canto
11.1 – maior número de primeiros lugares na temporada;
11.2 – Canto: somatória das notas dadas pelos juizes (constantes dos mapas) na temporada e o que tiver maior número absoluto será o vencedor;
Fibra: a somatória das cantadas ou ainda a somatória dos tempos durante a temporada e quem tiver o maior número absoluto será o vencedor;
11.3 - maior número de inscrições, ou seja, aquele que mais participou da competição;
11.4 - O último critério é o da idade: o expositor mais velho ganha.

12 – CAMPEÃO E INSCRIÇÃO EM DUAS CATEGORIAS
12.1 - Nenhum pássaro poderá ser inscrito no mesmo torneio em duas categorias.
12.2 – Nenhum pássaro poderá ser campeão em duas categorias ou ainda com e sem repetição.

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13 - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

13.1 - Todos os criadores/competidores presentes deverão estar atentos e proteger os seus pássaros para que não sejam assustados, não deixando que se aproximem das gaiolas, crianças, pessoas portando chapéus, bonés ou similares, guarda-chuva, animais e outros;

13.2 - Fica terminantemente proibida a presença de pessoas embriagadas, mesmo sendo criadores/competidores, e se houver insistência o pássaro do mesmo será desclassificado pelo Juiz e punido pela Diretoria Técnica Disciplinar da Federação;

13.3 - O pássaro que porventura venha a mudar de dono durante o decorrer do campeonato, os envolvidos nesta troca poderão solicitar através de e-mail ou oficio dirigido à Federação a transferência para o novo proprietário durante a competição. Se encerrada a competição a transferência não poderá mais ser processada por falta de tempo hábil para as providências necessárias;

13.4 - Qualquer reclamação deverá ser feita por escrito, ao Coordenador do Departamento que encaminhará à Diretoria Técnica Disciplinar, que tomará as providências cabíveis;

13.5 - No caso de qualquer desacato à autoridade dos Juízes, o Presidente da entidade promotora do torneio ou o Coordenador do Departamento encaminhará à Diretoria Técnica Disciplinar um relatório, expondo os problemas surgidos, que depois de assegurada a ampla defesa dos envolvidos, enviará o parecer conclusivo;

13.6 - Todo proprietário de pássaro será responsável pela segurança e proteção de seu respectivo pássaro. A Federação e o Clube Promotor do evento não serão responsabilizados em caso de eventuais ocorrências de acidentes, furtos ou outros imprevistos que possam sobrevir nos ambientes de torneio.

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14 – CONFLITO ENTRE O GERAL E O ESPECÍFICO
Qualquer conflito que houver entre as normas gerais e o regulamento específico prevalecerá o especifico somente nesta temporada.

15 - DOS CASOS OMISSOS

15.1 – Em caso de dúvida, sobre a interpretação do regulamento ou em casos omissos e fatos novos, no momento do torneio, o impasse será resolvido por uma comissão composta de:
FIBRA: dois chefes de roda, Coordenador do Departamento da Febraps, Diretoria Técnica Disciplinar da Federação.
CANTO pelo Diretor de Canto local, Coordenador do Departamento da Febraps e Diretoria Técnica Disciplinar da Federação.
Este procedimento valerá para todos os tipos de disputas da FEBRAPS e deverá a partir de alguma ocorrência que se justificar fazer constar no próximo regulamento.

15.2 – Os impasses que não puderem ser resolvidos no momento do evento serão resolvidos pela Diretoria Técnica Disciplinar da Federação e será comunicado a decisão posteriormente aos envolvidos.

16 – AGRESSÃO
Toda e qualquer agressão física, independente do motivo e análise, fica de antemão o agressor suspenso por um ano da Federação, perdendo todos os pontos na competição atual, sem direito a recorrer da decisão. Ficando para análise do Presidente da Federação a possibilidade de aumento da pena.

17 - O sócio e ou Diretor de Clube local que ameaçar os juizes se comprovado com testemunhas o Clube perderá automaticamente o direito de marcar torneio no ano seguinte, sem direito a recorrer da decisão.

18.0 – Todo Canto Livre, sem exceção, na próxima temporada será usado cronômetro no julgamento. Neste ano estamos começando pelo Bicudo. A única exigência e que os pássaros cantem com notas da categoria:
Ex: não poderá um curió cantar com notas de bicudo e vice versa.

19.0 – Julgamento dos Pardos: quando não houver estaca própria para julgamento, os pardos deverão ser intercalados com os pássaros adultos e se não cantar até três minutos a critério do juiz poderá ser retirado da estaca.

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BICUDO

Categorias

1 - Peito de Aço; com repetição.
Sem repetição.


2 - Especial; com repetição.
Sem repetição.

3 - Flauta; com repetição.
Sem repetição.
3. A.1 – Flauta Pardo

4 - Goiano; com repetição.
Sem repetição.
4. A.1 - Goiano Pardo

5 - Alta Mogiana: com repetição
Sem repetição
5.1 – Alta Mogiana Pardo



1 - Peito de Aço/Livre
Esta modalidade existe para a descoberta de Bicudos cantores incentivando assim, os bicudeiros a apresentá-los nos torneios.
O bicudo Peito de Aço/Livre não tem canto ou notas definidas, porém tem de cantar com notas de Bicudo, ele não pode se apresentar emitindo notas de outros pássaros.
Nesta categoria a partir de 2006 será usado o cronômetro desenvolvido especialmente para esta modalidade. Quando acionado uma luz indica que a cantada está sendo computada.
Este cronômetro será calibrado com 15 segundos. Toda cantada que ultrapassar os 15 segundos será somado automaticamente no “led” à direita que significa com repetição e a que for menor será somada à esquerda que significar sem repetição.
O cronômetro vai parar automaticamente nos cinco minutos e o marcador confere o “led” esquerdo (sem repetição e direito com repetição) o que constar maior tempo determinará o resultado, ou seja, se a somatória dos tempos é maior com repetição ou sem. Nessa modalidade não há punição para os defeitos, mas voltamos a insistir: o Bicudo tem de cantar notas e cantos de Bicudo.
Recomendamos a você criador, que possui um Bicudo cantor, que não deixe de apresentá-lo aos demais criadores e a ostentá-lo nos torneios realizados em todo o Brasil.
1.1 – Requisitos Classificatórios:
O requisito classificatório esta definido no item anterior (1) se enquadra com ou sem repetição.
1.2 – Defeitos
Não será considerado nenhum defeito nesta categoria.

1.3 – Fora de Prova
Todo bicudo que se apresentar cantando notas de outros pássaros será considerado Fora de Prova.

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Bicudo


2 - Especial
(Especial-Regional-Diversos)
Conceito de Especial:
Esta nomenclatura vinha sendo utilizada para Bicudos de categorias definidas faltando notas. O Conceito de Especial deve ser entendido como Bicudo que não seja Flauta, Goiano ou Alta Mogiana.
Conceito de Regional:
São bicudos com dialetos próprios que com o tempo o canto de determinada região foi se perpetuando, porém não pode ter defeito.

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Bicudo


Conceitos Diversos
Como Diversos entendemos que o passarinho possa cantar qualquer canto, exceção feita aos que já tem estacas definidas como Flauta, Goiano e Alta Mogiana e necessariamente ele tem que ser livre de defeitos também.
Esta modalidade foi recriada como objetivo de aglutinar todos os bicudeiros que têm este tipo de passarinho e não tinham estaca para pendurá-los ou as estacas existentes não atendiam às necessidades desta modalidade. Este canto não tem notas definidas e nem voz característica, muitas vezes misturando canto de dois estilos. Se o Bicudo tem um canto com uma bela melodia, mas não tem notas definidas, então ele deve se apresentar na modalidade canto Especial, pois essa modalidade de canto não exige notas definidas.

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2.1 – Requisitos classificatórios e qualitativos
Entrada e Divisão de Canto e a complementação da base para julgamento será a voz, andamento, harmonia, apresentação e canto moderado.
2.2 - Deficiências
Para cada deficiência abaixo relacionada, apresentada durante os cinco minutos de apresentação será descontado 0,5 (meio) ponto.
2.2.1 “Cortar o canto” (o pássaro que não completar o primeiro canto será considerado como corte)
2.2.2 “Deficiência na Entrada” ( tais como: mascar, entrar no meio do canto etc.etc. A entrada deverá ser sempre limpa e direta sem apitos de aviso)
2.2.3 “Não dividir o canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o próprio pássaro escolhe a nota a ser usada, em pelo menos 70% dos cantos é obrigatório)
2.3 – Defeitos
Defeitos como oi, voi, boi, tuíu, tchau-tchau,
Para cada defeito apresentado durante os cinco minutos será descontado l (um) ponto.

Repetidor:
Para ser considerado repetidor o Bicudo terá que dar 1 cantada de 6 cantos, ou 2 cantadas de 4 cantos.

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3 - Canto Flauta

A melodia e as notas do canto flauta são diferentes das notas do Alta Mogiana e do Goiano, pois as notas do canto Flauta são melódicas e típicas do canto sendo interligadas durante todo o canto e essas são as principais características do canto.
Este canto é muito apreciado em todas as regiões do Brasil e isso nos motiva a continuar incentivando-o. Esta modalidade não tem notas definidas dada a sua diversidade, mas o canto Flauta é de fácil percepção.
Muitos Flautas têm gargalhada de entrada e divisão (ponto polêmico) mas entendemos que não deve ser punido pôr isso como também não deve ser beneficiado no critério de julgamento.
Obs.: No Flauta é necessário que o passarinho tenha no mínimo 12 (doze notas).

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Bicudo

3.1 – Requisitos classificatórios e qualitativos
3.1.1 – Voz típica da categoria;
3.1.2 – Canto Coeso;
3.1.3 – Bom andamento de Canto;
3.1.4 – Variação Melódica;
3.1.5 – Canto Moderado;
3.1.6 – Divisão nítida de Canto
3.1.7 - Entrada e Divisão de Canto é obrigatório.

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3.2 - Deficiências
Para cada deficiência apresentada durante os 5 minutos de apresentação, o pássaro será penalizado em 0,5 (meio) ponto
3.2.1 – Voz Metálica que descaracteriza o canto;
3.2.2 – Mistura de notas dos cantos Goiano e Alta Mogiana;
3.2.3 - “Cortar o canto” (o pássaro que não completar o primeiro canto será considerado como corte)
3.2.4 - “Deficiência na Entrada” (tais como: mascar, entrar no meio do canto etc.etc. a entrada deverá ser sempre limpa e direta sem apitos de aviso).
3.2.5 – “Não dividir o canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o próprio pássaro escolhe a nota a ser usada, em pelo menos 70% dos cantos é obrigatório)
3.2.6 - “No bloco de repetição o Bicudo canto Flauta tem que voltar na primeira nota após a entrada de canto”.
ex: início do canto suim-suim: quando ele for repetir a continuidade deverá ser na primeira nota imediatamente ao suim suim, caso contrário será considerado retorno de canto.

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3.3 - Defeitos
3.3.1 - Defeitos como oi, voi, boi, tuíu, tchau - tchau.
Para cada defeito apresentado durante os cinco minutos será descontado l (um) ponto.
3.4 – Repetidor
Para ser considerado repetidor o Bicudo terá que dar 1 cantada de 6 cantos, ou 2 cantadas de 4 cantos.

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3.A. - Canto Flauta Pardo

Para ser considerado pardo o Bicudo deve apresentar 50% das penas pardas, devendo o juiz usar o bom senso para avaliar aceitando ou não como pardo.
3.A.1 – Requisitos classificatórios e qualitativos
Está inserido do item 3.1.
3.A.2 - Deficiências
Está inserido do item 3.2.
“Não dividir o canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o próprio pássaro escolhe a nota a ser usada, em pelo menos 50% dos cantos é obrigatório).
3.A.3 - Defeitos
Está inserido no item 3.3.

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4 - Canto Goiano

No canto Goiano a voz é sempre melodiosa principalmente na alteada. Quando o Bicudo emite as notas Gããm Que e Tim Tim , essas notas chegam a ficar parecidas com som flauteado, porém nunca devem ser confundidas com notas do canto flauta. Nunca devemos confundir voz com canto, quando existir dúvida na voz do pássaro, preste atenção nas notas emitidas para que não haja confusão, pois vários pássaros que cantam com notas do canto goiano, cantam com suas vozes flauteadas.
É preciso prestar muita atenção no canto Goiano, porque quando o Bicudo não emitir a nota (Gããm Que) - (Tim Tim) ele deixa de ser goiano clássico, porque esses dois blocos de notas formam a alteada, que é característica do canto goiano clássico (não deu a preparação Gããm Que e alteada Tim Tim, não é Goiano Clássico).
Quando o canto Goiano é cantado muito rápido, o pássaro emite notas corridas. Neste caso, pode haver um pouco de confusão no momento em que o criador o escuta, porque quando ele canta muito rápido seu canto se distancia das características fundamentais dos goianos que é um canto cadenciado e melodioso.
Para que não haja dúvidas no momento em que ouvirmos um Bicudo deve prestar muita atenção na voz e no canto.
• Voz: – na maioria das vezes a voz se confunde com o canto.
• Canto: – preste atenção na seqüência das notas de referência para não confundir os cantos.

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4.1 - Notas do Canto Goiano

• Entrada de canto:- Suim Suim Suim Suim
• Gargalhada de entrada:- Quem Quem
• Ligação de canto:- Tché qui Ti Tché qui
• Preparação de alteada:- Gããm Que Gããm Que
• Alteada:- Tim Tim Tim Tim
• Complemento da alteada:- Tóc Tó Tóc Tó
• Preparação para a batida:- Tiá Tió Tiá Tió
• Batida de canto:- Tuí Tiuá Tal Tuí Tiuá Tal
• Fechamento de Canto:- Ti Tu Ti Ti Tu Ti
• Divisão de Canto Gargalhada com 2 ou mais notas:
• Quem Quem Quem. Quem Quem Quem
(*) Quando o pássaro termina a cantada (Quem Quem Quem ) ele volta à repetição no Ti Tché Qui (bloco de ligação).

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4.2 – Condição para Avaliação
4.2.1 – Se o passarinho der somente um canto, um canto e não chegar à gargalhada de divisão (quem, quem, quem) não poderá ser avaliado.
4.2.2 - O quadro acima está demonstrando o primeiro canto.
4.2.3 – A gargalhada de entrada (quem, quem, quem) e a batida (Tal) são notas opcionais, não sendo requisitos obrigatórios para avaliação.

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4.3 - Requisitos classificatórios e qualitativos
4.3.1 – Voz típica da categoria;
4.3.2 – Canto coeso;
4.3.3 – Divisão nítida de notas;
4.3.4 – Bom andamento de canto;
4.3.5 – Canto Moderado;
4.3.6 – Divisão nítida de canto (Quem, Quem, Quem) com duas ou mais notas.

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4.4 - Deficiências
Para cada deficiência apresentada durante os 5 minutos de apresentação, o pássaro será penalizado em 0,5 (meio) ponto
4.4.1 - Voz metálica que descaracteriza o canto
4.4.2 - “Cortar o canto” (o pássaro que não completar o primeiro canto será considerado como corte, ou seja, é necessário chegar à gargalhada).
4.4.3 - “Deficiência na Entrada” (tais como: mascar, entrar no meio do canto etc.etc, a entrada deverá ser sempre limpa e direta sem apitos de aviso).
4.4.4 - “Não dividir o canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o bloco de divisão é quem quem quem com duas ou mais notas, em pelo menos 70% dos cantos é obrigatório)
4.4.5 - “Quando o Bicudo canto Goiano divide a cantada com duas ou mais notas (quem quem quem) ele volta à repetição no ti tché qui (bloco de ligação), como demonstrado no quadro acima”.
4.5 – Obrigatório
O Bicudo canto Goiano tem que apresentar os blocos de preparação (Gãam-Que) e alteada (Tim-Tim) em 100% dos cantos.

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4.6 – Defeitos
Defeitos como oi, voi, boi, tuíu, tchau-tchau.
Para cada defeito apresentado durante os cinco minutos será descontado 1 (um) ponto.
4.7 – Repetidor
Para ser considerado repetidor o Bicudo terá que dar 1 cantada de 6 cantos, ou 2 cantadas de 4 cantos.

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4A - Canto Goiano Pardo
Para ser considerado pardo o Bicudo deve apresentar 50% das penas pardas, devendo o juiz usar o bom senso para avaliar aceitando ou não como pardo.
4. A.1 – Requisitos classificatórios e qualitativos
Está inserido no item 4.3
4. A.2 – Deficiências
Está inserido no item 4.4.
Não dividir o “canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o bloco de divisão é quem, quem, quem com duas ou mais notas, em pelo menos 50% dos cantos é obrigatório)
4.A.3 – Obrigatório
O Bicudo canto Goiano tem que apresentar os blocos de preparação (Gãam-Que) e alteada (Tim-Tim) em 100% dos cantos.
4. A.4 – Defeitos
Está inserido no item 4.6

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5 - Canto Alta Mogiana
A divisão da estaca (Alta Mogiana/Goiano) facilitou muito o julgamento desta modalidade, isso porque sempre houve uma grande quantidade de Bicudos Alta Mogiana com cantos muito variados. Com as notas de referência ficou menos complicado o entendimento e o aprendizado das notas deste canto.
Essas notas são cantadas numa coesão e seqüência melódica que é de extrema beleza, mas para se entender o canto é preciso decorar as notas, pois assim, quando o pássaro estiver cantando o criador poderá acompanhar a quebra de seqüência, caso o pássaro venha cometê-la e estando condicionado a ouvir perceberá qual nota faltou.
O criador deve prestar bastante atenção neste canto, pois quando o pássaro está cantando, ele apresenta uma quantidade enorme de notas com características especificas do canto: a seqüência melódica moderada torna este canto, inconfundível.
Quando se ouve um canto Alta Mogiana fica bem mais fácil distinguir a voz do canto.
Voz – no canto Alta Mogiana a voz é característica, então não há nenhuma dificuldade para entendê-la, pois é uma voz com muita melodia.
Canto – preste atenção na seqüência de notas de referência emitidas pelo pássaro. Decore as notas para acompanhá-lo cantando, assim, será possível identificá-las como sendo um Alta Mogiana.

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5.1 - Notas do Canto Alta Mogiana
• Entrada de canto:- Suim Suim
• Gargalhada de Entrada:- Kem Kem
• Ligação de canto:- Ti Qué Ti
• Preparação:- Gam Tuí
• Variação:- Tué Tiá Tió
• Batida:- Ti Té
• Batida:- Ti Ti
• Preparação:- Gam Ti Qué Ti
• Variação:- Gam Tuí Tué Til
• Preparação:- Ti Tu Ti
• Batida:- Gam Ti Té Ti
• Divisão de Canto ou Fechamento. Gargalhada com 2 ou mais notas:
• Quem Quem Quem (*)
(*) Quando o pássaro termina a cantada (Quem, Quem, Quem ) ele volta à repetição no Ti Qué Ti. (bloco de ligação).

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5.2 – Condição para Avaliação
5.2.1 – Se o passarinho der somente um canto, um canto e não chegar à gargalhada de divisão (quem, quem, quem) não poderá ser avaliado.
5.2.2 - O quadro acima está demonstrando o primeiro canto.
No canto Alta Mogiana o Bicudo tem de cantar 12 blocos ou seqüência de notas. Às vezes, algumas notas destes blocos podem ter interpretações diferentes (foneticamente falando), como por exemplo:
1º exemplo ti té ti : o pássaro pode emitir ta tu ti ou tu tu ti.
2º exemplo tui tiá tió : o pássaro pode emitir tui tua tuó.
Um exemplo que não pode deixar de ser citado, é o caso de muitos passarinheiros ouvirem co co til nítido sem nenhuma dúvida, porém existem aqueles que às vezes ouvem (tó tó til) ou (ta tu til) ; (tui tuó til); (tui tui til) ou ainda (tui tói tiuá).
Essas exemplificações foram citadas porque é preciso saber que quando o bloco de notas é emitido pelo passarinho, muito embora com ressonância um pouco diferente não pode haver punição, pois isso é só uma questão de interpretação, o importante que aquelas notas emitidas estão contidas dentro do bloco e por conseqüência dentro do conjunto de blocos perfazendo assim o canto.

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5.3 - Requisitos classificatórios e qualitativos
5.3.1 – Voz típica da categoria;
5.3.2 – Canto Coeso;
5.3.3 – Divisão com notas nítidas;
5.3.4 – Bom andamento de canto;
5.3.5 – Bom andamento de canto;
5.3.6 – Canto Moderado;
5.3.7 – Divisão nítida de canto (quem,quem,quem) com duas ou mais notas.

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5.4 - Deficiências
Para cada deficiência apresentada durante os 5 minutos de apresentação, o pássaro será penalizado em 0,5 (meio) ponto
5.4.1 - Voz metálica que descaracteriza o canto
5.4.2 - “Cortar o canto” (o pássaro que não completar o primeiro canto será considerado como corte, ou seja, é necessário chegar à gargalhada).
5.4.3 - “Deficiência na Entrada” (tais como: mascar, entrar no meio do canto etc.etc., a entrada deverá ser sempre limpa e direta sem apitos de aviso).
5.4.4 - “Não dividir o canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o bloco de divisão é Quem Quem Quem com duas ou mais notas, em pelo menos 70% dos cantos é obrigatório).
5.4.5 - “Quando o Bicudo canto Alta Mogiana termina a cantada com duas ou mais notas (Quem Quem Quem) ele volta à repetição no Ti Qué Ti (bloco de ligação), como demonstrado no quadro acima.

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5.5– Defeitos
Defeitos como oi, voi, boi, tuíu, tchau- tchau.
Para cada defeito apresentado durante os cinco minutos será descontado 1 (um) ponto.

5A - Canto Mogiana Pardo
Para ser considerado pardo o Bicudo deve apresentar 50% das penas pardas, devendo o juiz usar o bom senso para avaliar aceitando ou não como pardo.

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5A1 – Requisitos classificatórios e qualitativos
Está inserido no item 5.3.
5A2 - Deficiências
Está inserido item 5.4
“Não dividir o canto” (o Bicudo tem que necessariamente apresentar notas claras de divisão, nesta categoria o bloco de divisão é Quem Quem Quem com duas ou mais notas, em pelo menos 50% dos cantos é obrigatório)
5A3 – Defeitos
Está inserido no item 5.5

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Itens fundamentais para o bom entendimento do canto e também para a compreensão do critério de classificação nos torneios

1 - Voz
Dentro de qualquer modalidade de canto, o pássaro deve ter voz nítida e emitir as notas com clareza a ponto de conseguirmos entendê-las;
2º - Canto
O canto em si é formado pela seqüência, qualidade e riqueza das notas emitidas, somando-se a voz temos a cantoria da ave cada uma dentro do seu próprio padrão de canto, no caso do Goiano e Alta Mogiana eles sempre devem se aproximar ao máximo da referência pré estabelecida.
3º - Andamento
Como o próprio nome diz o andamento define a velocidade que o pássaro canta, e em todas as modalidades o canto sempre deve ser moderado. Um pássaro não pode cantar metade do canto numa velocidade e o restante aumentar ou diminuir, como também não pode fazer cada cantada em velocidades diferentes.
4º - Harmonia
Nada mais é que a lógica na colocação das notas seqüenciais, voz nítida, andamento moderado (para seu padrão) fazendo com isto a música perfeita para nossos ouvidos e manter o nível em todas as cantadas.
5º - Apresentação
Este item não pode ser confundido com a quantidade de cantos que o pássaro deu na estaca (não é fibra), devemos nos concentrar na qualidade e na capacidade que o pássaro tem para aglutinar todas as qualidades que constam dos itens anteriores, demonstrando sempre muita disposição e alegria.
Fim

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15 - DOS CASOS OMISSOS

15.1 – Em caso de dúvida, sobre a interpretação do regulamento ou em casos omissos e fatos novos, no momento do torneio, o impasse será resolvido por uma comissão composta de: dois chefes de roda, Coordenador da Febraps, Diretoria Técnica da Federação. Este item valerá para todos os tipos de disputas da FEBRAPS e deverá, a partir dessa ocorrência, constar no próximo regulamento.

15.2 – Os impasses serão resolvidos pela Diretoria Técnica da Federação, quando não puder ser resolvido no momento do evento.
FIM

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